Igreja Batista Memorial em Jardim Catarina

A Vida em Célula Fortalece a Comunhão

A VIDA EM CÉLULA | 01/04
A VIDA EM CÉLULA FORTALECE A COMUNHÃO

mensagem pregada pela Pra. Tatiana Ramos

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.” (Atos 2.42-47)

As células refletem esse mesmo princípio bíblico. Elas criam um espaço seguro onde relacionamentos são aprofundados, onde dons são exercidos e onde a fé é vivida no dia a dia. Assim como na igreja primitiva, a comunhão se torna real e é fortalecida quando as pessoas se conhecem de verdade. Em um mundo marcado pelo individualismo, Deus continua usando os pequenos grupos para fortalecer laços, curar relacionamentos e edificar uma igreja viva e saudável. E o que podemos aprender com a experiência da vida em célula da igreja primitiva?

A vida em célula fortalece a comunhão porque…

  1. Nos faz perseverar juntos na fé.

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão…” (Atos 2.42a)

Os primeiros cristãos perseveravam, ou seja, permaneciam firmes apesar dos desafios. Essa constância não era solitária, mas vivida em comunidade. Na célula, aprendemos que não caminhamos sozinhos. Quando um enfraquece, o outro fortalece; quando alguém desanima, o grupo sustenta; quando alguém cai, o outro ajuda a levantar.

“A comunhão cria um ambiente onde a fé é nutrida continuamente.”

A vida em célula fortalece a comunhão porque…

  1. Nos ensina a compartilhar a vida.

“Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa…” (Atos 2.46a)

Partir o pão vai além de uma refeição; aponta para relacionamento, proximidade e intimidade. Na cultura bíblica, “comer juntos” era sinal de aceitação e comunhão verdadeira. A vida em célula resgata esse princípio ao criar ambientes simples onde as pessoas se sentem à vontade para compartilhar a vida. É no ambiente de célula que histórias são compartilhadas e vínculos são criados. Compartilhar a vida inclui alegrias e dores, sorrisos e lágrimas, perdas e ganhos, derrotas e vitórias. Essa convivência constante quebra barreiras e aproxima corações.

A vida em célula fortalece a comunhão porque…

  1. Gera cuidado mútuo.

“Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade.” (Atos 2.44,45)

A comunhão da igreja primitiva se expressava em cuidado prático. Ninguém passava necessidade porque havia sensibilidade espiritual e responsabilidade coletiva. As pessoas estavam sempre juntas, tinham tudo em comum e estavam sempre atentas às necessidades uns dos outros.

“A vida em célula sempre produz ações concretas de amor.”

A vida em célula fortalece a comunhão porque…

  1. Impulsiona o crescimento da igreja.

“Louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.” (Atos 2.47)

O crescimento da igreja primitiva era resultado direto de uma comunhão saudável e fortalecida. Pessoas eram atraídas por uma comunidade que vivia o amor de Deus de forma visível. A igreja primitiva contava com a simpatia de todo o povo.

Conclusão:

A vida em célula fortalece a comunhão porque…

  1. Nos faz perseverar juntos na fé.
  2. Nos ensina a compartilhar a vida.
  3. Gera cuidado mútuo.
  4. Impulsiona o crescimento da igreja.

“A célula é o lugar onde a fé é vivida de forma prática, relacional e transformadora.”

Quando nos comprometemos com a vida em célula, permitimos que Deus fortaleça os nossos vínculos, cure as nossas feridas e nos faça crescer juntos. A vida em célula fortalece a comunhão e nos conduz a uma igreja mais saudável, mais relevante e mais cheia da presença de Deus.

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