Igreja Batista Memorial em Jardim Catarina

Ana – Clamando ao Senhor em Tempos de Angústia

40 DIAS DE JOELHOS | 03/06
ANA – CLAMANDO AO SENHOR EM TEMPOS DE ANGÚSTIA

mensagem pregada pelos pastores Acyr Júnior & Tatiana Ramos

“Enquanto ela continuava a orar diante do Senhor, Eli observava sua boca. Como Ana orava silenciosamente, seus lábios se mexiam mas não se ouvia sua voz. Então Eli pensou que ela estivesse embriagada e lhe disse: ‘Até quando você continuará embriagada? Abandone o vinho!’. Ana respondeu: ‘Não se trata disso, meu senhor. Sou uma mulher muito angustiada. Não bebi vinho nem bebida fermentada; eu estava derramando minha alma diante do Senhor. Não julgues tua serva uma mulher vadia; estou orando aqui até agora por causa de minha grande angústia e tristeza’. Eli respondeu: ‘Vá em paz, e que o Deus de Israel lhe conceda o que você pediu’. Ela disse: ‘Espero que sejas benevolente para com tua serva!’. Então ela seguiu seu caminho, comeu, e seu rosto já não estava mais abatido. Na manhã seguinte, eles se levantaram e adoraram ao Senhor; então voltaram para casa, em Ramá. Elcana teve relações com sua mulher Ana, e o Senhor se lembrou dela. Assim Ana engravidou e, no devido tempo, deu à luz um filho. E deu-lhe o nome de Samuel, dizendo: ‘Eu o pedi ao Senhor’.” (1 Samuel 1.12-20)

Ana nos ensina é que os tempos de angústia da nossa vida não devem nos afastar de Deus, mas nos aproximar ainda mais dele por meio de um clamor sincero e persistente. No meio das circunstâncias mais difíceis, a oração é o caminho para a esperança e para a renovação. Sendo assim, a partir da experiência de Ana, o que podemos aprender a respeito do clamor ao Senhor em tempos de angústia? Quais são as lições preciosas que a vida de Ana nos ensina nesses dias?

Clame ao Senhor em tempos de angústia…

1. Derramando o coração com sinceridade diante de Deus.

“… Ana se levantou e, com a alma amargurada, chorou muito e orou ao Senhor. E fez um voto, dizendo: ‘Ó Senhor dos Exércitos, se tu deres atenção à humilhação de tua serva, te lembrares de mim e não te esqueceres de tua serva, mas lhe deres um filho, então eu o dedicarei ao Senhor por todos os dias de sua vida, e o seu cabelo e a sua barba nunca serão cortados’. Enquanto ela continuava a orar diante do Senhor, Eli observava sua boca.” (1 Samuel 1.9-12)

Ana se levantou e foi ao templo para orar ao Senhor. Em sua angústia, ela decidiu derramar a sua dor mais profunda diante de Deus. Sua oração foi carregada de verdade, sem máscaras, sem discursos ensaiados. Ela não fingiu estar bem, mas derramou o seu coração com sinceridade diante de Deus.

Clame ao Senhor em tempos de angústia…

2. Persistindo em oração mesmo debaixo de incompreensão.

“Como Ana orava silenciosamente, seus lábios se mexiam mas não se ouvia sua voz. Então Eli pensou que ela estivesse embriagada e lhe disse: Até quando você continuará embriagada? Abandone o vinho!” (1 Samuel 1.13,14)

Ana estava em oração tão intensa que suas palavras não podiam ser ouvidas, apenas seus lábios se moviam. Essa oração revelava a profundidade da sua dor e a sinceridade de sua súplica. No entanto, o sacerdote Eli, ao invés de compreender a sua aflição, fez um julgamento equivocado, pensando que ela estivesse embriagada. Mesmo debaixo dessa incompreensão, Ana não desistiu de clamar.

Clame ao Senhor em tempos de angústia…

3. Crendo que a resposta de Deus virá no tempo certo.

“Eli respondeu: ‘Vá em paz, e que o Deus de Israel lhe conceda o que você pediu’. Ela disse: ‘Espero que sejas benevolente para com tua serva!’. Então ela seguiu seu caminho, comeu, e seu rosto já não estava mais abatido. Na manhã seguinte, eles se levantaram e adoraram ao Senhor; então voltaram para casa, em Ramá. Elcana teve relações com sua mulher Ana, e o Senhor se lembrou dela. Assim Ana engravidou e, no devido tempo, deu à luz um filho. E deu-lhe o nome de Samuel, dizendo: ‘Eu o pedi ao Senhor’.” (1 Samuel 1.17-20)

O fato de Ana se levantar e seu rosto não estar mais abatido mostra que ela creu na resposta de Deus mesmo que essa realidade ainda não fosse visível aos seus olhos. Sua fé a levou a descansar no Senhor confiando que a resposta de Deus viria no tempo certo.

“A fé não depende de ver o milagre acontecer, mas de crer que Deus é fiel para cumprir.”

Deus lembrou-se de Ana, ela concebeu e, no tempo certo, teve o seu filho. A espera não significa esquecimento. Quando a Bíblia diz que Deus “se lembrou” de Ana, significa que o tempo dEle havia chegado porque Ele não esquece daqueles que o buscam, mas responde segundo o Seu propósito e a Sua perfeita vontade.

“A fé que confia no tempo de Deus transforma a angústia em esperança e prepara o coração para celebrar o milagre quando ele se manifestar.”

Conclusão:

A história de Ana nos ensina que Deus ouve o nosso clamor em tempos de angústia quando derramamos o nosso coração diante dele com sinceridade, quando persistimos em oração mesmo diante de incompreensão e quando cremos que a sua resposta chegará no tempo certo. Eu tenho uma notícia urgente: se você está vivendo um tempo de angústia continue clamando ao Senhor. Seja sincero com Ele sobre as suas dores. Não desista diante daqueles que não compreenderem o seu clamor, continue persistindo. Creia que a resposta de Deus virá, não no seu tempo, mas no tempo dEle.

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